
Participando da "CORRENTE DOS BLOGS", fiz novas e maravilhosas amizades. Participe também.

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Minha amiga ALBA, tem uma dica que pode lhe interessar muito. Não deixe, mas não deixe mesmo de ir conferir.


SERRA PELADA - Urge intervenção Federal
Em 1980 estourou a corrida do ouro no garimpo de Serra Pelada, no Pará. No começo da febre, mais de 25 mil homens se amontoavam numa grande cratera e chegavam a tirar uma tonelada de ouro por mês. Foi necessária uma organização que envolveu as polícias Federal e Militar do Pará. Ao mesmo tempo, a Caixa Econômica Federal tentava manter a exclusividade na compra do nobre metal.
A corrida atraiu não só profissionais que disputavam cada metro quadrado em busca da riqueza rápida, mas também lavradores, médicos, motoristas, padres, engenheiros e boiadeiros. Liderados pelo major do Exército Sebastião Curió, os garimpeiros se organizaram até onde foi possível, para não haver confusão foi proibida a entrada de bebidas e mulheres.Todos eram aventureiros que se submetiam a muitos sacrifícios: suportavam o intenso calor e respiravam a constante poeira de monóxido de ferro que exalava do garimpo, altamente prejudicial aos pulmões. Isso sem falar no total desconforto dos barracos improvisados. Mas eles não ligavam e trabalhavam dia e noite na esperança de ficar ricos da noite para o dia.
Hoje, 26 anos depois, o povoado de Serra Pelada mais parece uma cidade fantasma. A grande cratera foi inundada pela água e se transformou num enorme lago. Muitos ficaram ricos mas quase todos perderam tudo, pois como num jogo de apostas, não souberam a hora de parar e investiram tudo que ganharam para tentar tirar mais ouro.
Ainda hoje os garimpeiros, através de suas associações e cooperativas, brigam na Justiça para ter de volta a área do garimpo, que pertence à Companhia Vale do Rio Doce e para reaverem 170 milhões, junto à Caixa Econômica, relativo ao pagamento de uma diferença referente à venda de ouro e paládio durante os áureos tempos do garimpo, o maior do mundo. Muitas mortes já ocorreram devido ao impasse da ocupação da Serra Pelada e devido ao dinheiro retido. Muitas mortes ainda ocorrerão, se não hover uma negociação rápida.

VER-O-PESO
É a mais movimentada feira livre de Belém. Sua origem data da segunda metade do século XVII. O nome Ver-o-Peso deriva da obrigatoriedade de, naquela época, conferir o peso das mercadorias no posto fiscal, na Casa do Haver-o-Peso. Situado à beira do rio, símbolo cultural e turístico da cidade, um dos cartões postais mais conhecidos do Estado do Pará e até da Região Amazônica, é lugar onde se encontra uma amostra do universo de variedade da cultura paraense. Lá são comercializados, diariamente, diferentes espécies de peixes e frutas, plantas ornamentais, artesanato e dezenas de ervas medicinais, usadas para o preparo de chás, banhos e defumações. A Feira do Açaí, que faz parte do complexo do Ver-o-Peso, além da venda do açaí que vem das ilhas próximas, dispõe de bares onde os freqüentadores desfrutam da tranqüilidade de poder experimentar bebidas e comidas típicas ao sabor da brisa que sopra da Baía do Guajar. Faz parte ainda do complexo Ver-o-Peso, as Praças do Relógio, do Pescador, dosVelames, o Solar da Beira e os Mercados Municipal e de Ferro. Este último, todo em ferro da Inglaterra, foi desmontado e trazido para Belém, onde foi montado novamente. O intenso movimento dos barcos e o vaivém das pessoas empresta um belíssimo colorido à paisagem, já bastante atraente pela variedade de produtos expostos à venda.

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