
DESCULPAS
Quero aqui pedir minhas sinceras desculpas por não estar retribuindo as visitas que tanto gosto e que me alegram bastante. Estou envolvido na elaboração de três projetos, que me têm tomado todo meu tempo. Li cada comentário deixado e, na primeira oportunidade, estarei gradecendo e retribuindo cada um. Obrigado pela sua presença e minhas sinceras descupas pela minha ausência.

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL
A comemoração foi criada pela lei Nº 10.402 de 08 de janeiro de 2002 pelo entãop presidente Fernando Henrique Cardoso, em homenagem ao aniversário de nascimento de um grande escritor brasileiro: José Bento Monteiro Lobato.
Ele tinha uma obsessão em seu trabalho: fazer o povo ler. Por isso, até lançou uma editora, a Monteiro Lobato & Cia., em 1920. Em sua carreira, foi consagrado nos trabalhos que fez para adultos, mas especialmente no que escreveu para as crianças.
Monteiro Lobato escreveu as histórias do Sítio do Picapau Amarelo, que podemos assistir também na televisão atualmente. As histórias com Narizinho, Emília, Pedrinho, Tia Nastácia, Dona Benta, Visconde de Sabugosa e tantos outros personagens já marcaram várias gerações desde que ficaram conhecidos já na década de 20 do século passado.

15/04/2006 - 16h56
Médico retira útero de mulher por engano
FÁBIO AMATO
da Agência Folha
Uma mulher de 29 anos teve o útero retirado por engano em um hospital de Santa Maria de Jetibá (
O Hospital Beneficente de Santa Maria de Jetibá, onde aconteceu o caso, informou que abriu uma sindicância para apurar as responsabilidades pelo erro médico.
A vítima, Maria Helena Zibel, se internou na segunda-feira (10). O objetivo era realizar uma fistulectomia (retirada de uma fístula, espécie de furúnculo ou infecção, na região anal). Ao invés disso, teve o útero retirado.
O diretor-clínico do hospital, Isac Souza Franca, que é anestesiologista e participou da cirurgia realizada em Zibel, atribuiu o erro a uma "sucessão de mal-entendidos."
De acordo com ele, naquela unidade, os médicos se orientam por meio de um mural, no qual são escritos os procedimentos a serem realizados pelos médicos.
"No momento de passar o que estava escrito no prontuário da paciente para o mural, a enfermeira se confundiu. Ao invés de escrever fistulectomia, escreveu histerectomia (procedimento cirúrgico para retirada do útero)", disse.
Franca não atribui toda a responsabilidade do erro a enfermeira, que foi punida com uma suspensão de três dias, mas agora já voltou a trabalhar.
Ele disse que um relatório sobre a sindicância será encaminhado ao CRM (Conselho Regional de Medicina) que deverá decidir que atitude tomar.
O médico que operou a paciente, Lourival Berger, 58, cirurgião há 31 anos e há seis anos atuando no hospital beneficente, nega que tenha havido erro médico.
"Foi um problema de ortografia. Não houve erro médico propriamente dito. A cirurgia realizada na paciente foi perfeita, apenas não era a cirurgia que deveria ter sido feita", disse.
Segundo ele, não havia nenhum documento ou prontuário da paciente que pudesse ser consultado e, assim, evitar o erro. Berger também confirmou que Zibel passou por duas consultas com ele antes da cirurgia, mas que não a reconheceu, e que aquela foi a quarta operação que realizou no dia.
"O mural sempre foi nosso único indicativo. É uma falha na comunicação interna, mas que a direção do hospital nunca se preocupou em solucionar."
A reportagem não conseguiu localizar Maria Helena Zibel.
Leiam a Folha:
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