
BACURI
A parte comestível ou industrializável do fruto é a polpa (endocarpo), que é usada na fabricação de refresco, néctar, geléia, doce em pasta, compota, licor, iogurte, sorvete, picolé, bombom e, até mesmo, de uma cerveja com sabor da fruta. Na culinária doméstica, o bacuri tem larga aplicação, sendo utilizado na elaboração de cremes, pudins, recheio de bolos, biscoitos e outras iguarias.
Em algumas dessas formas de consumo, a casca do fruto, pré-cozida, é usada como ingrediente. Cada quilograma de polpa é suficiente para elaboração de cinco litros de refresco de boa qualidade organoléptica.

ATA
A pinha, é também conhecida como fruta-do-conde, ata, condessa e cabeça-de-negro.
Com a polpa da pinha se fazem deliciosos purês que podem ser servidos com carne assada ou filé de peixe grelhado. Fazem-se também cremes doces, que acompanham bolos, tortas e sorvetes. Combinada com cremes, pode-se fazer perfumadas mousses e sorvetes. O purê é utilizado ainda como recheio para tortas e sufles.
Eu simplesmente adoro a ata.

JAMBO
O jambo pode ser consumido ao natural ou

MURICI
O fruto carnoso tem sabor forte, agridoce e ligeiramente oleoso, podendo ser consumido in natura além de ser usado na fabricação de doces, sucos, sorvetes e licores. A geléia é uma das especialidades feitas com a polpa bem madura do murici.
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PEQUI



A culinária paraense realmente é uma delícia!!! Vale a pena ser experimentada. E como vale!!!

Dos nossos sabores selvagens, o tacacá é o mais requisitado, o mais querido, só perdendo mesmo para o açaí, que ocupa o primeiríssimo lugar na mesa diária do paraense.
A melhor hora para saboreá-lo é, seguramente, à boquinha da noite: às 5 da tarde, quando o dia começa a preparar-se, devagarinho, para fechar as asas sobre o dia.
Outros preferem pela manhã, pois ”ele sustenta o individua por várias horas sem sentir fome”.
Ah, como é bom uma cuia de tacacá!
Numa banca de tacacá, o silêncio impera, apenas quebrado pelo afã da tacacazeira no atender aos clientes e pelos ruídos comuns da via pública: carros, ciclistas e pedestres.
A tacacazeira, cúmplice, sorridente, pergunta, ao chegar a vez de cada um, se sequer com muita, pouca ou nenhuma pimenta. Então, na cuia luzidia, o ritual se inicia: primeiro, um tantinho de tucupi, a pitada de sal, o leve mexer, a modo misturá-los bem. Depois, uma concha da goma encorpada, quentíssima. A seguir, a generosa porção de tucupi, então, uns quantos camarões inteiros – uns, preferem-nos cozidos no tucupi; outros, ao natural, sequinhos, livres, apenas, do excesso de sal.
Ah! Como é bom uma cuia de tacacá!!!

AÇAÍ - DELÍCIA PARAENSE
O açaí é tão típico no Pará como
o churrasco para os gaúchos, pizza de domingo para os paulistanos ou futebol no Maracanã para os cariocas, só que todos os dias.
É uma instituição cultural! Tem em todo canto!
É energético e nutritivo. Os moradores de Belém do Pará o consomem com farinha de mandioca e açúcar.
Rica em ferro, cálcio, potássio, vitaminas B1, B2, C e antocianinas, os pigmentos responsáveis por sua cor violácea, de eficácia comprovada no combate ao colesterol e aos radicais livres, a fruta (batida, misturada com outros produtos energéticos e servida em tigelas) virou mania no sudeste do país. Primeiro, ganhou as praias cariocas. Depois, as academias de fisicultura, até conquistar as ruas nos grandes centros urbanos. No Rio de Janeiro,
Cada vez mais popular como alimento energético, o açaí ganha adeptos em todas as regiões brasileiras e cai no gosto da chamada "geração saúde", acompanhando os mais variados tipos de pratos.

PIMENTA-DO-REINO
Originária do Sudeste Asiático, a pimenta-do-reino é uma planta trepadeira , e por isto mesmo, as pimenteiras são conduzidas em seu crescimento por suportes (tutores). Os grãos, inteiros ou moídos, são utilizados como condimento, preservadores de carnes e nas indústrias de conserva. Os óleos essenciais extraídos são empregados em perfumarias ou consumidos da mesma forma que os grãos.

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MEU QUINTAL - meu sonho
Sempre fui um apaixonado pela terra. Hoje que me sobra um pouco de tempo, posso me dedicar a cultivar aquilo que gosto. Não é um trabalho, mas uma terapia das melhores.
Para quem gosta de apreciar lindas fotos, recomendo:
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